Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Ref.ª SG 0302


 

Em 2001 o Pintor é remetido para o Oriente. Não escolhe ir para o Bornéu, vai lá parar por necessidade - depois dos devaneios e das elevações da Índia, torna-se inevitável revisitar a matéria e conhecer o seu peso, longe de qualquer possibilidade de fuga. Aos poucos, ano após ano, a selva ensina-lhe uma nova forma de ver e de sentir que o leva a levantar uma ponta do véu que a protege e a vislumbrar um mundo que nem mesmo o encanto do chamamento do 'muezzin' consegue apagar: um mundo que nós, seres urbanos, apelidamos de mágico mas que mais não é do que a Natureza em acção e a manifestação das energias que só a comunhão com ela podem engendrar.

Título:
'Borneo Batik-w'.

Autor: Freitas Cruz..

Descrição Técnica: Serigrafia | 57 cores s/ papel "Arches Branco Natural" de 300g.

Formato: 500x500mm (papel) | 300x300mm (mancha).

Edição: 249 Exemplares assinados, títulados e numerados manualmente pelo autor.

Tiragem: 200 Exemplares de 1/200 a 200/200.

P.V.P.: PTE 180,00€ (IVA incluído).
 

Todas as Serigrafias vão autenticadas com os Selos Brancos:
- [OD] OFICINA DO DESENHO® | Editor,

- CSAI - CENTRO SERIGRAFIA ANTÓNIO INVERNO | Impressor
e são acompanhadas de um Certificado de autenticidade.

 

Comprar: od.oficinadodesenho@gmail.com

 

publicado por [FV] às 18:10
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obra editada

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fernando vidal

1950, Castelo, Lisboa. Pintor. Paisagista. Pinta as paisagens do seu imaginário. É um clássico na expressão mas não na forma. Com uma pintura intimista onde não pinta o que vê, mas como ‘diz que vê’. Propõe a todos que depois de verem as suas pinturas passem a ver o ‘campo’ pelos seus olhos e com ele se identifiquem. Desde há muitos anos que trabalha a temática da ‘imaginação da matéria’ – os quatro elementos da natureza – ar, terra, fogo e água. Expõe colectiva e individualmente desde 1972. Está representado a nível oficial e particular no país e no estrangeiro. “Pintura feita de cores densas e de gestualismo preciso, expressa com nitidez e sem subterfúgios, um certo pendor de agressividade, no seu turbulento jogo descodificador das superfícies e das texturas. … é um conjunto de sonhos plenos de originalidade formal e de qualidades técnicas.” Vítor Serrão, in texto de catálogo da exposição de pintura no Museu Tavares Proença Júnior em Castelo Branco, 1985.

freitas cruz

1956, Paris. Pintor. José de Freitas Cruz assume em 1985 a pintura na qual se iniciara enquanto ainda estudante de Ciência Política e Direito. Repetidas viagens à Índia e ao Planalto Tibetano marcam profundamente os trabalhos dos primeiros anos. De 2001 a 2005 viveu na ilha de Bornéu onde criou o Brunei Art Forum. “É mais longe no espaço, e porventura no tempo, que Freitas Cruz encontrou aquelas fontes de secreta sabedoria mais afins do seu próprio espírito. Por outras palavras: ao oriente as foi buscar; "ao Oriente donde vem tudo, o dia e a fé", àquele oriente excessivo que é "tudo o que nós não temos" e "tudo o que nós somos", como dizia Álvaro de Campos.” David Mourão-Ferreira; in texto de catálogo da exposição Índia 2, 1992

rui aço

1945, Lisboa. Pintor. Expõe colectiva e individualmente desde 1963. Está representado a nível oficial e particular no país e no estrangeiro. “pela singeleza do traço, ora longo e firme, ora subtil, entre linhas finas, indeléveis... Perante os vários destinos inconfundíveis da alma do poeta... ...sobressai o drama pessoal, onde o amador da coisa amada, de um modo obsessivo, magistral, usa o desenho como ferramenta...” Marta Félix, in “Acerca da poesia desenho”, Madrid, 1997.

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