Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

mar...

Série de 8 Estampas e uma 'estória' do pintor Rui Aço.
MAR... O pretexto para continuar a procurar a água primitiva... Água. salgada. doce.
Expressões que ditam a sua dual natureza na vastidão ilimitada de onde a terra brota num constante cantar poético e em que o Homem e Deuses se afirmam seus filhos.

 

Refª: ET  0109 | 'Mar - Tuatha Dé Danann'             Refª: ET  0110 | 'Mar - Tamboril para Cibele'

 
 

Refª: ET  0111 | 'Mar - Ananta'                                Refª: ET  0112 | 'Mar - Mori-genos'

 

 

Refª: ET  0113 | 'Mar - Irmã de Tetis'                      Refª: ET  0114 | 'Mar - Oanne'

 

 

 

Refª: ET  0115 | 'Mar - BarcaArca'                           Refª: ET  0116 |'Mar - Tuan'

Estampa | 500x420 / 365x275mm | offsetlitho s/ papel "Constelation Snow Martelata" de 280g

Edição: (8x) 550 Exemplares.

Tiragem: (8x) 500 Estampas numeradas mecanicamente de 1/500 a 500/500.

P.V.P.: PTE 25,00€ (IVA incluído) | Unitário (cada Estampa)

Todas as Estampas vão autenticadas com o Selo Branco da [OD] OFICINA DO DESENHO®.

 

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od.oficinadodesenho@gmail.com

 

publicado por [FV] às 20:22
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fernando vidal

1950, Castelo, Lisboa. Pintor. Paisagista. Pinta as paisagens do seu imaginário. É um clássico na expressão mas não na forma. Com uma pintura intimista onde não pinta o que vê, mas como ‘diz que vê’. Propõe a todos que depois de verem as suas pinturas passem a ver o ‘campo’ pelos seus olhos e com ele se identifiquem. Desde há muitos anos que trabalha a temática da ‘imaginação da matéria’ – os quatro elementos da natureza – ar, terra, fogo e água. Expõe colectiva e individualmente desde 1972. Está representado a nível oficial e particular no país e no estrangeiro. “Pintura feita de cores densas e de gestualismo preciso, expressa com nitidez e sem subterfúgios, um certo pendor de agressividade, no seu turbulento jogo descodificador das superfícies e das texturas. … é um conjunto de sonhos plenos de originalidade formal e de qualidades técnicas.” Vítor Serrão, in texto de catálogo da exposição de pintura no Museu Tavares Proença Júnior em Castelo Branco, 1985.

freitas cruz

1956, Paris. Pintor. José de Freitas Cruz assume em 1985 a pintura na qual se iniciara enquanto ainda estudante de Ciência Política e Direito. Repetidas viagens à Índia e ao Planalto Tibetano marcam profundamente os trabalhos dos primeiros anos. De 2001 a 2005 viveu na ilha de Bornéu onde criou o Brunei Art Forum. “É mais longe no espaço, e porventura no tempo, que Freitas Cruz encontrou aquelas fontes de secreta sabedoria mais afins do seu próprio espírito. Por outras palavras: ao oriente as foi buscar; "ao Oriente donde vem tudo, o dia e a fé", àquele oriente excessivo que é "tudo o que nós não temos" e "tudo o que nós somos", como dizia Álvaro de Campos.” David Mourão-Ferreira; in texto de catálogo da exposição Índia 2, 1992

rui aço

1945, Lisboa. Pintor. Expõe colectiva e individualmente desde 1963. Está representado a nível oficial e particular no país e no estrangeiro. “pela singeleza do traço, ora longo e firme, ora subtil, entre linhas finas, indeléveis... Perante os vários destinos inconfundíveis da alma do poeta... ...sobressai o drama pessoal, onde o amador da coisa amada, de um modo obsessivo, magistral, usa o desenho como ferramenta...” Marta Félix, in “Acerca da poesia desenho”, Madrid, 1997.

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